Nesta segunda parte da aula de Banco de Dados para CESGRANRIO, o foco está na resolução comentada de questões recentes da banca, especialmente do concurso do Banco do Brasil – Agente de Tecnologia. A proposta é revisar conceitos importantes de forma prática, mostrando como a CESGRANRIO costuma cobrar modelagem entidade-relacionamento, SQL, SGBD e bancos NoSQL.
Fala, meus consagrados! Tudo beleza com vocês?
Tópicos trabalhados na revisão
- Modelagem entidade-relacionamento;
- Cardinalidade;
- SQL (SELECT, WHERE, JOIN, subconsulta, NOT IN, COUNT, produto cartesiano);
- SGBD;
- Índices;
- Controle de acesso;
- NoSQL;
- Bancos orientados a grafos.
Resumo
Nesta segunda parte da aula de Banco de Dados para CESGRANRIO, o foco está na resolução comentada de questões recentes da banca, especialmente do concurso do Banco do Brasil – Agente de Tecnologia. A proposta é revisar conceitos importantes de forma prática, mostrando como a CESGRANRIO costuma cobrar modelagem entidade-relacionamento, SQL, SGBD e bancos NoSQL.
O primeiro assunto trabalhado é a modelagem entidade-relacionamento. A aula analisa um diagrama E-R com duas entidades e uma relação, destacando a interpretação correta das cardinalidades. Esse tipo de questão exige atenção aos mínimos e máximos de participação das entidades no relacionamento. Por exemplo, quando uma entidade possui cardinalidade (0,1), cada ocorrência pode participar de zero ou uma ocorrência da relação. Já uma cardinalidade (1,n) indica participação obrigatória de pelo menos uma ocorrência.
Em seguida, o material aprofunda questões de SQL, um dos temas mais importantes para provas da CESGRANRIO. São analisadas consultas envolvendo SELECT, FROM, WHERE, junções, subconsultas e filtros. Um ponto de destaque é a identificação de empresas que não possuem determinada característica, como ESG. Nesse caso, o uso de subconsulta com NOT IN aparece como solução adequada para excluir empresas que possuem a característica pesquisada.
Outro ponto relevante é a interpretação de consultas com COUNT(*). A aula mostra uma questão em que o comando SQL conta pessoas jovens nascidas no Rio de Janeiro, combinando as tabelas Pessoa e Faixa. Esse exemplo reforça a importância de compreender o que a consulta realmente retorna. Se há COUNT(*), o resultado é uma contagem, e não uma listagem de nomes, e-mails ou registros individuais.
A aula também aborda o produto cartesiano em SQL. Quando duas tabelas aparecem no FROM sem uma condição de junção no WHERE ou sem um JOIN, o resultado combina cada linha de uma tabela com cada linha da outra. Esse é um detalhe muito explorado em prova, pois muitos candidatos interpretam erroneamente a consulta como se ela retornasse dados relacionados entre si.
Outro exemplo envolve a seleção de empresas cuja atividade econômica principal corresponde a determinado código CNAE. Nesse caso, a questão exige atenção às colunas solicitadas no SELECT, ao filtro correto no WHERE e à diferença entre comparar pelo código da atividade e comparar por sua descrição textual.
Na parte de SGBD, o material reforça funcionalidades clássicas de um Sistema Gerenciador de Banco de Dados. Entre elas, está o controle de acesso, permitindo definir quais usuários podem acessar determinados dados. Também é abordado o uso de índices como recurso para melhorar o desempenho de consultas selecionadas. Índices não garantem integridade nem executam ações automáticas; sua função principal é acelerar o acesso aos dados em determinadas operações.
Por fim, a aula apresenta conceitos de NoSQL, com foco em dois cenários recorrentes. O primeiro envolve dados pouco estruturados ou sem esquema rígido, situação em que bancos NoSQL podem ser mais adequados do que bancos relacionais tradicionais. O segundo envolve redes de relacionamento entre pessoas, como indicações, amizades e vínculos familiares. Para esse tipo de problema, o modelo NoSQL mais indicado é o orientado a grafos, pois representa pessoas como nós ou vértices e seus relacionamentos como arestas.
Em resumo, esta segunda parte da aula é especialmente útil para quem está se preparando para provas da CESGRANRIO, pois trabalha questões reais e mostra como a banca cobra não apenas definições, mas principalmente interpretação de requisitos, análise de comandos SQL e escolha adequada de tecnologias de banco de dados.
Material da aula
Parte I
Mentoria BB Agente de Tecnologia
Próximo passo: depois dessa revisão, assista à live para transformar esse conteúdo em estratégia de estudo + priorização + plano de execução:
É isso aí, galera.
[]’s e até a próxima.
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Professor Rogerão Araújo
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